...Somos Feitos do mesmo barro, da mesma condição humana, dos mesmos riscos de pecado e das mesmas possibilidades de santidade... (Pe. Marcelo Rossi - Agape)
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
A LINGUAGEM UMA DÁDIVA PARA A HUMANIDADE
Uma das riquezas humanas é sem dúvida, sua possibilidade de comunicar-se e fazer-se entender. Por isso sou apaixonada pela linguagem, por esse mecanismo que nos possibilita compreender o mundo, o outro, enfim nos expressar, extravasar. Não considero uma língua inferior à outra, todas elas tem seus encantos e suas particularidades, tornando-se únicas e indispensáveis em seu universo. Quero falar aqui da experiência que tive ao estudar LIBRAS ( a Língua Brasileira de Sinais). Conhecê-la é uma forma de superar barreiras e quebrar preconceitos. Conheça um pouco da historia da Língua de Sinais, principalmente a nossa.
COMECE PELO CONCEITO, HISTORIA E ORIGEM VISITE O LINK.
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_brasileira_de_sinais
sexta-feira, 22 de junho de 2012
REFLEXÃO COM BASE NO VIDEO MOTIVAÇÃO PARA O SUCESSO
As imagens do filme GLADIADOR e o texto motivacional já falam tudo, mas como
gosto de escrever, resolvi ir um pouco além. Esta reflexão foi elaborada em 2007, quando participava do curso Profuncionário.
Podemos dizer
que o filme Gladiador se sustenta em quatro pilares: CONFIANÇA, RESPEITO,
ESPÍRITO DE LIDERANÇA E INVEJA. A confiança e o respeito são os
sentimentos que movem o Imperador MARCUS AURELIUS, levando-o a quebrar a
tradição nomeando como sucessor em caso de sua morte o general Maximus, alguém
que não têm consigo os laços sanguíneos. O espírito de liderança é a
principal característica que faz do General MAXIMUS um homem respeitado e
admirado pelo imperador e soldados. A inveja, aliada a ambição, colabora
para que COMODUS trame a morte do próprio pai, em seguida a de Maximus e sua família. Todos
estes sentimentos se mesclam para o enredo do filme. Um dos diálogos mais
emocionantes acontece entre Marcus Aurelius e Comodus: Ao tomar conhecimento da
escolha do pai, Comodus quer saber quais as razões o fizeram eleger Maximus como sucessor. O Imperador
fala das qualidades do general, o filho diz que possui outras
qualidades que o pai desconhece. Neste
diálogo o pai reconhece que o fracasso do filho é também o seu fracasso, pois,
esteve ausente por muitos anos da vida do filho e talvez isto justifique o fato de não ver no filho as
qualidades que considera importantes para seu sucessor.
Como paralelos
do filme e nossas vidas, podemos pensar na forma como educamos nossos filhos,
sobrinhos e até mesmo nos permite avaliar qual tem sido a nossa contribuição
para a educação das crianças do nosso local de trabalho. Devemos pensar se
realmente, estamos valorizando as qualidades dos filhos, alunos, enfim, de
todos que estão a nossa volta. Será que conseguimos enxergar as verdadeiras
qualidades destas pessoas? Ou apenas, queremos que eles sejam aquilo que nos
agrada?
No filme, o imperador nutre o desejo de que
seu lugar seja ocupado, pela pessoa que ele julga mais capacitada, mesmo que
isto significa quebrar uma tradição milenar ferir e ignorar os sentimentos do filho.
Em todo lugar,
existe a necessidade de alguém para comandar: em nossa casa, na escola, no município, estado e país. Somos capazes de eleger
alguém tendo em vista, suas melhores qualidades? Somos capazes de ver além das
aparências? E se amanhã você precisar suceder alguém no seu trabalho? Será que
você se sente capaz de fazê-lo? E se a escolha for outro e não você?
Ao ver sua
vida ser transformada da noite para o dia, Maximus precisou fazer uma escolha.
Ficar lamentando seus dissabores ou preparar-se para encarar a nova realidade.
Ao optar por seguir em frente, ele precisou replanejar sua vida, seus
propósitos. Agora seu objetivo já não é o mesmo de quando conversou com o Imperador.
Ele precisou reconstruir a si mesmo para atuar em um novo cenário, mas também
no cenário que já estava acostumado. Só que agora, com outros propósitos. Os soldados
romanos trazem no braço um tipo de tatuagem que os identificam. Após ser capturado
pelo mercador, o general Maximus olha para seu braço e decide livrar-se daquilo
que o identificava como soldado romano. Ao fazer isto, ele iniciou um processo
de construção de uma nova identidade. Às vezes, essa reconstrução exige
esforços incalculáveis, atém mesmo a destruição de algo que antes era importante para nós. Maximus cortou literalmente a
própria carne para livrar-se daquilo que o identificava com seu passado. Em
outros tempos essa identificação era importante e até necessária para impor,
mas diante da nova realidade, trazer esta marca só atrapalhava seus novos
projetos.
Reconstruir
nossa identidade... não é o que nós cursistas estamos fazendo? Não estamos
procurando livrar-nos de uma identidade e reconstruir uma nova? É claro que não
precisamos cortar literalmente nossa carne, mas precisamos repensar nossa
conduta diante dos novos desafios e das novas descobertas.
Outro ponto
interessante para se pensar: quantas vezes foi preciso recomeçar diante das
perdas, de uma doença, ou de algo que não estava previsto. Temos no mínimo dois
caminhos: seguir em frente, replanejar ou ficar parado lamentando. Pense em
alguma situação em que foi preciso replanejar, recomeçar, reconstruir....
Uma parte da
mensagem (video motivacional) diz que muitas vezes,
precisamos nos recompor para atuar em outros cenários. É o nosso caso, estamos
tentando nos reconstruir como profissionais para atuar no mesmo cenário (a
escola) mas também em outros. Isto significa dizer que, certamente, nossos companheiros continuarão
fazendo as mesmas coisas, agindo do mesmo modo, portanto, nós seremos o
diferencial.
Ao replanejar
sua vida e traçar novas metas, Maximus contou com a colaboração de muitos: o
mercador, Juba, e até mesmo das pessoas que ele precisou enfrentar e vencer. Ao
chegar a Roma e ser identificado, outros foram seus aliados. No filme ao ser
acorrentado ao companheiro Juba e em seguida, lançados na arena, Maximus
percebeu que precisava do companheiro para sobreviver, pois a morte de um
significaria obstáculo para o outro. Ambos fizeram diferente dos demais, uniram
forças para vencer. Isto é, enquanto os outros se preocupavam em salvar as
próprias vidas, Maximus e Juba perceberam que precisavam olhar além de si mesmos
e descobrir que o potencial do outro era tão importante quanto o seu, portanto
o êxito da luta só seria possível com a união de forças.
Em nossas vidas,
quantas vezes precisamos contar com aliados para chegarmos aos nossos
objetivos? Será que somos capazes de perceber que o potencial do outro não é
uma ameaça, mas tão somente o reforço que precisamos para vencer um obstáculo? Pense
no trabalho que desempenhas na escola, no quanto é importante o espírito de
cooperação. Quais são os nossos aliados do dia-a-dia? Companheiros, filhos,
familiares de um modo geral, vizinhos, colegas de trabalho, amigos... A lista
pode ser infinita. O que precisamos é compreender quando e como cada um terá
sua importância em nossa vida. Às vezes, precisamos ficar bem próximos, outras
vezes nem tanto. Precisamos, contudo,
tomar o cuidado para que o outro não se torne um fardo para nós e tampouco nós
um fardo, um empecilho para o outro.
Maximus tinha
um propósito: vingar a morte do Imperador e de sua familia. Ao chegar a Roma,
ele quer alcançar sua meta. Entretanto, ele não sabia o que o esperava e talvez
isto, tenha contribuído para sua morte. Muitas vezes precisamos ter o cuidado para
não colocar em risco a nós mesmos. Precisamos agir com sabedoria e discernimento.
Os maus sentimentos como ira, ódio, raiva, desejo de vingança são como uma nuvem que nos impede de
ver claramente, caminhar com mais segurança e obter êxito.
Muitas pessoas
foram sacrificadas para que Maximus alcançasse o seu objetivo. Pense nos nossos
aliados do dia a dia, principalmente nos
mais próximos, às vezes são sacrificados para que cheguemos a algum lugar
(seja concluir ou iniciar um estudo, ou mesmo o trabalho excessivo que nos
ausenta de filhos e companheiros)... A vida segue seu curso, o tempo não para
só porque algo não está bom. O mundo é como uma arena, enfrentamos feras, desafiamos e quebramos regras, recriamos novas regras. Perdemos,
ganhamos, somos aplaudidos, vaiados, acertamos, erramos, recomeçamos. Temos
sede, de vida, de luta, de vitória. Enfim, somos seres em constante busca por
algo que acreditamos ser o melhor. É isso que nos dá sentido de vida,
felicidade e esperança.
Por Marilene
Dias machado - elaborado em 11
de outubro de 2007. Revisado em 22/06/2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Mensagem
O valor das coisas não está no tempo em
que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos
inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis!"
Fernando Pessoa
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